Lentamente ele foi entrando pela janela.
Primeiro um perna,
depois a outra,
logo o corpo todo,
assim estava
nu e cru como é,
acompanhando ritmo de minhas musiquinha psicodelicas.
Ali estava,
fazendo-me lembrar de tempos antigos,
de épocas passadas
nuas e cruas como eram.
Assim ele veio e me abraçou.
Me provocou,
me testou,
me fez ficar com vontade,
deseja-lo dentro de mim.
Ele nanda mais era do que um cheiro.
Um cheiro adocicado,
nu e cru,
cheiro de planta,
cheiro de antigo,
de novo.
Era cheiro de maconha.
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