lunes, 20 de octubre de 2008

Refugio

Teus cabelhos cascateantes
Espalhados sobre as pedras
Me causam doces arrepios.
Tuas coxas expostas ao sol
são sempre um bom lugar para se deirar.
No teu colo forndose,
encontro paz e calma para ler um livro.

Se por acaso, sempre a ti recorro
É porque eres a unica a me compreender,
Pois sois mãe,
Amante e amiga.

Eres tu natureza,
com teus rios, colinas e arvores.
Abrigando-me, socorrendo-me
Cada vez que enrredado em minha propria teia de civilização,
Sinto-me sufocar.

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