Vejo tudo a olhos de europa. Sinto cheiro de coisa guardade, de passado que nunca passei, de entes queridos que ergueram esse pequeno império e se foram. Aqui tudo tem um velho som anacronico. O tempo não anda, flutua, boia, enquanto o relogio tampouco anda, toca. Mundo semi-velho, criado bem antes daquilo que eu chamo de meu.
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