Aqueles olhos nervosos, olhos de gazela, estavam sempre a espreita, tontos, em busca de algo para olhar que não fosse seu. Aquele dia, a gazela conseguiu uma presa de leão, conseguiu algo que a muito queria ver. Eram dois de seus melhores amigos, dessa vez tão juntos quanto poderiam estar.
Então não apenas seus olhos tornaram-se nervosos, suas mãos, suas pernas e joelhos tambem. Todos tremendo descompassadamente enquanto uma sede interna se saciava. Assim, com um profundo deleite, seus olhos fecharam-se e um sorriso se abriu em seus labios de voyer.
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