lunes, 19 de octubre de 2009

Sabado de chuva.

Guitarra nos ombros, pés cansados, chuva. Caminhavam ao longo de uma estreita avenida, a noite já ia alta, eram apenas duas almas vazias andando lentamente para um fim. Esperavam encontrar respostas no final da rua, esperavam encontrar a si mesmos, achar aquele amor a muito tempo perdido. Vagavam em pensamentos, um longe do outro, perguntando porque ainda se ajudavam se a tanto tempo tudo estava perdido. Foi ai que o onibus passou e ela se foi, para nunca mais voltar.

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