Maldita sociedade cheia de valores morais, taxando de vadias aquelas que não são iguais. Maldito o costume de ditar o que é certo e errado, definir o correto.
O que me impediria de fazer o errado se não estou atrapalhando ninguem? O que me impede de ditar as regas do meu jogo ao contrario, sem alterar a vida de alguem?
Podem chamar isso de inconformismo juvenil mas é constante, molestante, abrasante. É a chama de uma vida um tanto nova querendo apenas o que lhe é de direito. Reclamo apenas que minha moral não seja ditada por essa hipocrita sociedade. Faço apenas um pedido para que logo essa conversa interna possa ser encerrada.
Peço que minha chama não se pague. Peço a mim mesma que não esqueça das promessas que de jovem foram feitas. Quero esse amor eterno, essa loucura frenetica, meu marido sem terno e noites tematicas.
Peço ao meu proprio eu que não se esqueça de lutar até o fim. Porque o que me importa não é o desfecho e sim o esperado climax, enfim. Espero que minhas experiencias não sejam em vão e o que escrevo hoje a mão, torne-se parte dos frondosos galhos da união.
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