viernes, 29 de agosto de 2008

De amor poético e lírico é feito meu cêu e sob ele durmo, ao leu. Protegida pelo teu calor, mal penso, mal sento, mal respiro, dentro desse pote que mais parece um hospicio.
Nosso amor, tão doce, constantemente a aumentar, cresce como grama e se espalha por todo que é lugar. Pareces tão louco todoa vez que te ouço gritar rouco que de tanto amor não vais aguentar.
Mas cada vez que levantamos juntos nossas cabeças cansadas, cada vez que formulamos teorias e criamos ideologias, vejo que são nossos ideais que caminham juntos no compasso da juventude. Mas apesar de todos esses sentimentos, o que mais forte em mim prevalece é a ternura com que teu assustado coração palpita ao pé do meu.
Tua pele no meu corpo não me dá hoje tantos arrepios como já me ocorreu. O que sinto agora é o teu fulgor interno, teu vigor viril. Já não sinto arrepios ao sentir teus ossos alterados comprimidos contra os meus. O que sinto agora é o futuro distante. Amor qu etodavia sobreviverá.
Embora digam que deste amor nada sobrará, que carne se encontra em qualquer lugar, eu apenas digo o que sinto e sei que durante anoite de hoje pra sempre vou te amar.

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