Tamanha é a quantidade de coisas que se passa sob a minha cabeça que sinto-a pulsar. Feito célula revolucionaria, ela se contorce, distorce, aumenta, diminui, contrai e estica. Ela já não sabe mais em que acreditar.
Perdida ideologia a se firmar, sob ambas influencias, algum dia sucumbirá. Essa mente insana que busca força no subverso, para ver se decide por fim formar. percebe que qualquer saida é inutil e que em breve o mundo vai acabar.
Sobre si mesma, só sabe que é opocisão, que revolução não leva a nada e que na vida há diversão.
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