martes, 21 de octubre de 2008

My Generation.

Sou contemporanea. Pós-moderna, simbolo da geração. Nem homem nem mulher, cria da revolução sexual. Ser mutante, nem forma nem volume. Volatil e voluvel, em constante transformação. Buscando um lugar proprio, suficientemente aconchegante, onde eu possa me destacar, vago incostante a procura do meu eu.
Tornado-me geleia apos as constantes pancadas, carregadas em meus genes, já não tenho mais força nem vontade de gritar. Apenas consigo assumir minha condição. Levanto a bandeira do pos-modernismo, afirmo-me egoista, hedonista, o centro do universo, pois meu coração é celula central de uma imensa revolução.
Vamos! Abram seus cadernos, soltem suas ideias, interpretem para o publico e não tenham medo de se tornam um pseudo Buda. Mas saibam ouvir, procurem genios em meio a multidão. Dilatem olhos e poros, abram ouvidos e bocas, sintam o cheiro do sec XXI.
E senhores pais e passageiros, não nos culpem se somos filhos do progresso, se somos fusões de homens e mulheres independentes. Como são insensiveis ao julgar gente como agente! Não sabem nada sobre nosso cerebro, esse neurocirurgiões. Não sabem das nossas vidas, medos, duvidas e conclusões.
Não reclamem senhoras mães, se por acaso sua filha não sabe qual sexo deverá escolher para constituir familia, pois foram as senhoras mesmas que pediram esse espaço para viver. Não reclamem senhores pais se a musica e o teatro de hoje em dia não fazem mais sentido pois nesse mundo de jovens promiscuos e indecisos são apenas voces que aparentam estarem perdidos.

2 comentarios:

Digz dijo...

esqueceu de falar das drogas. Mas vc nao precisa mencioná-las, ao ler o post, jah dscobrimos tudo.

Anónimo dijo...

Bibia não precisa falar de drogas, porque falando nesse tema, as drogas já estão intrísecas nele.
Fora isso, tenho que concordar com muita coisa desse texto. Mas não tudo. ^^